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Quem somos?????? Somos estudantes comuns como todos os outros em busca de conhecimento  de carinho, de amor e de um pouco de compreensão....

domingo, 25 de junho de 2017

Passo a passo de produção de lendas


1-Costumam ser mais breves que outros textos.

2-Seu enredo é mais simples.

3-Podem ser histórias antigas como as lendas folclóricas ou casos 
inusitados da vida cotidiana que supostamente aconteceram recentemente, como as lendas urbanas.

4- Fazem parte de um repertório da cultura oral (um conta para o outro).
5-Tem personagem principal e suas características físicas e psicológicas são relatadas.

6- Costumam ter poucas personagens.

7- A história centraliza no que acontece à vítima ou no que faz o malfeitor.

8- Possuem um cenário (local,tempo,etc...).


9- Provocam certas reações como:medo, desespero,insegurança, desconfiança etc...

GÊNERO TEXTUAL: CRÔNICA

CRÔNICA: A farsa


Quando ouviu o ruído da porta do apartamento sendo aberta a mulher soergueu-se ligeira na cama e disse, ela realmente disse:
            - Céus, meu marido!
O amante ergueu-se também, espantado, menos com o marido do que com a frase.
            - O que foi que você disse?
            - Eu disse “Céus, meu marido!”
            - Foi o que pensei, mas não quis acreditar.
            - Ele me disse que ia para São Paulo!
            - Talvez não seja ele. Talvez seja um ladrão.
            - Seria sorte demais. É ele. E vem vindo para o quarto. Rápido, esconda-se dentro do armário!
            - O que? Não. Tudo menos o armário!
            - Então embaixo da cama.
            - O armário é melhor.
O amante pulou da cama, pegou sua roupa de cima da cadeira e entrou no armário, pensando “Isto não pode estar acontecendo”. Começou a rir, descontroladamente. Até se lembrar de que tinha deixado seus sapatos ao lado da cama. Ouviu a porta do quarto se abrir. E a voz do marido.
            - Com quem você estava conversando?
            - Eu? Com ninguém. Era a televisão. E você não disse que ia para São Paulo?
            - Espere. Aqui no quarto não tem televisão.
            - Não mude de assunto. O que é que você está fazendo em casa?
O amante começou a rir. Não podia se conter, mesmo sentindo que assim fazia o armário sacudir. Tapou a boca com a mão. Ouviu o marido perguntar:
            - Que barulho é esse?
            - Não interessa. Por que você não está em São Paulo?
            - Não precisei ir, pronto. Estes sapatos...
O amante gelou. Mas o marido se referia aos próprios sapatos, que estavam apertados. Agora devia estar tirando os sapatos. Silêncio. O ruído da porta do banheiro sendo aberta e depois fechada. Marido no banheiro. O amante ia começar a rir outra vez quando a porta do armário se abriu subitamente e ele quase deu um berro. Era a mulher para lhe entregar seus sapatos. Ela fechou a porta do armário e se atirou de novo na cama antes que ele pudesse avisar que aqueles sapatos não eram os dele, eram os do marido. Loucura!
Porta do banheiro se abrindo. Marido de volta ao quarto. Longo silêncio. Voz do marido:
            - Estes sapatos...
            - O que é que tem?
            - De quem são?
            - Como, de quem são? Você acabou de tirar.
            - Estes sapatos nunca foram meus.
Silêncio. Mulher obviamente examinando os sapatos e dando-se conta do seu erro. O amante, ainda por cima, com falta de ar. Voz da mulher, agressiva:
            - Onde foi que você arranjou estes sapatos?
            - Estes sapatos não são meus, eu já disse!
            - Exatamente. E de quem são? Como é que você sai de casa com um par de sapatos e chega com outro?
            - Espera ai...
            - Onde foi que você andou? Vamos, responda!
            - Eu cheguei em casa com os mesmos sapatos que saí. Estes é que não são os meus sapatos.
            - São os sapatos que você tirou. Você mesmo disse que estavam apertados. Logo, não eram os seus. Quero explicações.
            - Só um momentinho. Só um momentinho!


Silêncio. Marido tentando pensar em alguma coisa para dizer. Finalmente, a voz da mulher, triunfante:
            - Estou esperando.
Marido reagrupando as suas forças. Passando para o ataque.
            - Tenho certeza absoluta – absoluta! – de que não entrei neste quarto com estes sapatos. E olhe só, eles não podiam estar apertados porque são maiores do que o meu pé.
Outro silêncio. A mulher, friamente:
            - Então só há uma explicação.
O marido:
            - Qual?
            - Eu estava com outro homem aqui dentro quando você chegou. Ele pulou para dentro do armário e esqueceu os sapatos.
Silêncio terrível. O amante prenderia a respiração se não precisasse de ar. A mulher continuou:
            - Mas, nesse caso, onde é que estão os seus sapatos?
O homem, sem muita convicção:
            - Você poderia ter entregue os meus sapatos para o homem dentro do armário, por engano.
            - Muito bem. Agora, além de adúltera, você está me chamando de burra. Muito obrigada.
            - Não sei não, não sei não. E eu ouvi vozes aqui dentro...
            - Então faz o seguinte. Vai até o armário e abre a porta.
O amante sentiu que o armário sacudia. Mas agora não era o seu riso. Era o seu coração. Ouviu os pés descalços do marido aproximando-se do armário. Preparou-se para dar um pulo e sair correndo do quarto e do apartamento antes que o marido se recuperasse. Derrubaria o marido na passagem. Afinal, tinha os pés maiores. Mas a mulher falou:
            - Você sabe, é claro, que no momento em que abrir essa porta estará arruinando o nosso casamento. Se não houver ninguém ai dentro, nunca conseguiremos conviver com o fato de que você pensou que havia. Será o fim.
            - E se houver alguém?
            - Ai será pior. Se houver um amante de cuecas dentro do armário, o nosso casamento se transformará numa farsa de terceira categoria. Em teatro barato. Não poderemos conviver com o ridículo. Também será o fim.
Depois de alguns minutos, o marido disse:
            - De qualquer maneira, eu preciso abrir a porta do armário para guardar a minha roupa...
            - Abra. Mas pense no que eu disse.
Lentamente, o marido abriu a porta do armário. Marido e amante se encararam. Nenhum dos dois disse nada. Depois de três ou quatro minutos o marido disse: “Com licença” e começou a pendurar sua roupa. O amante saiu lentamente de dentro do armário, também pedindo licença, e se dirigiu para a porta. Parou quando ouviu um “Psiu”. Disse:
            - É comigo?
            - É – disse o marido – Os meus sapatos.
O amante se lembrou de que estava com os sapatos errados na mão, junto com o resto da sua roupa. Colocou os sapatos do marido no chão e pegou os seus. Saiu pela porta e não se falou mais nisso.


                                                           As mentiras que os homens contam
                                                                       Luis Fernando Veríssimo
                                                                                  Editora Objetiva

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Frase: Machado de Assis

                                                              ( Machado de Assis)

http://kdfrases.com/autor/machado-de-assis

Por que os índios não tem pelos e possuem cabelo liso?

 Você sempre quis saber por que os índios não tem pelos e possuem cabelo liso? Esta é uma resposta que apenas a biologia pode lhe dar. Os índio não tem pelos no corpo porque fazem parte da etnia dos mongoloides, ao qual uma das principais características é a falta de pelos. Os índios brasileiros herdaram apenas esta característica dos antecedentes, os asiáticos, que também possuem muito pouco pelos pelo corpo. Na realidade, pesquisadores detectaram que o hormônio responsável pela produção de pelos dos índios é muito fraco no corpo, porém, no couro cabeludo é extremamente forte. O resultado disto é um corpo “pelado” e pouquíssima queda capilar. 


Progressão parcial. Telessala 2017


PROGRESSÃO PARCIAL PROJETO ELEVAÇÃO DA ESCOLARIDADE
 
Escola Estadual: ____E.E. _____________________________________
Município: ____ ___________________________________

PLANO DE ESTUDO TELESSALA  – PROGRESSÃO PARCIAL

Aluno: _______________________________________________ Nasc.: ___/___/_____     Ano: ____º  Disciplina: _______________
Ano de Escolaridade: ____201________ Professor (a): ________Nilo______________________



Referente ao ano de escolaridade: ___     Ano: _        _
Professor (a) do ano anterior: ________________________

Competências Específicas
Expectativas de Aprendizagem
Conteúdos/ aulas
Atividades Realizadas em Sala
Atividades (casa)

































Registro do Aproveitamento
Oportunidades
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Trabalho











Teste











Avaliação











DATA
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
___/___/___
AP (aprov.) NP (Reprov.)












____________________________                 ______________________________                 ______________________________
                                                                         Professor (a)                                                               E.E.B.                                                                Diretor
                                                         
Poderá beneficiar-se da progressão parcial, em até 3 (três) Componentes Curriculares, o aluno que não tiver consolidado as competências básicas exigidas e que apresentar dificuldades a serem resolvidas no ano subsequente.

O aluno em progressão parcial no 9º ano do Ensino Fundamental tem sua matrícula garantida no 1º ano do Ensino Médio nas Escolas da Rede Pública Estadual, onde deve realizar os estudos necessários à superação das deficiências de aprendizagens evidenciadas nos tema(s) ou tópico(s) no(s) respectivo(s) componente(s) curricular(es).

Ao aluno em progressão parcial devem ser assegurados estudos orientados, conforme Plano de Intervenção Pedagógica elaborado, conjuntamente, pelos professores do(s) Componente(s) Curricular(es) do ano anterior e do ano em curso, com a finalidade de proporcionar a superação das defasagens e dificuldades em temas e tópicos, identificadas pelo professor e discutidas no Conselho de Classe.

Os estudos previstos no Plano de Intervenção Pedagógica devem ser desenvolvidos, obrigatoriamente, pelo(s) professor(es) do(s) Componente(s) Curricular(es) do ano letivo imediato ao da ocorrência da progressão parcial.


O cumprimento do processo de progressão parcial pelo aluno poderá ocorrer em qualquer época do ano letivo seguinte, uma vez resolvida a dificuldade evidenciada no(s) tema(s) ou tópico(s) do(s) Componentes Curricular(es).  (Art. 75 da Resolução SEE Nº 2.197, de 26 de outubro de 2012)

Machado de Assis.


http://kdfrases.com/autor/machado-de-assis

Bom dia...

Resultado de imagem para frase de bom dia

Encerramento módulo I Telessala.

Sr(a)  Diretor(a), professor do Projeto e Especialista da escola.

Bom  Tarde.

Segundo cronograma de aulas da Telessala, de 19 a 23 de junho é a semana de encerramento do módulo I.
Na capacitação recebemos a orientação que durante esta semana, as turmas da Telessala deverão realizar a culminância do projeto.
Cabe  cada escola se organizar e preparar um momento em que toda a comunidade escolar possa participar - foi sugerido: palestras, 
exposição dos trabalhos realizados, gincana, dança, teatro dentre outros. O evento deverá ser registrado e fazer parte do memorial 
da turma, do aluno e do professor.

Segue em anexo o cronograma de atividades, favor preenchê-lo junto com a professora da Telessala e me reenviar.


Atenciosamente,

Lurdes

sábado, 27 de maio de 2017

A dupla jornada de trabalho: mães esgotadas com Síndrome de Burnout


Por Jennifer Delgado
Certa vez li uma frase que vem a calhar: “a mãe perfeita não chora, não se desespera, não perde a sanidade e, acima de tudo, não existe”. No entanto, às vezes exigimos muito, porque queremos ser a mãe perfeita. Como resultado, acabamos exaustas, física e mentalmente, por isso não é surpresa constatar que estamos sofremos a síndrome de burnout.

O que é a Síndrome de Burnout?

Síndrome de Burnout é uma resposta do corpo quando ele foi é submetido a um estresse prolongado e intenso, tanto física quanto emocionalmente. Este é um problema comum para os profissionais que trabalham em contato direto com pessoas em situações de alto estresse, como médicos e enfermeiras.

Na verdade, esta síndrome foi descrita pela primeira vez no final dos anos 60 para se referir ao desgaste sofrido por policiais. Psicólogos, assistentes sociais e operadores de telemarketing são algumas das profissões mais expostas a este problema.
O principal problema é que a síndrome de burnout provoca uma série de sintomas que são facilmente confundidos com os de outras doenças. Na verdade, ele provoca sintomas psicossomáticos, como dores de cabeça recorrentes, insônia, fadiga severa e dificuldades gastrointestinais. Ele também é acompanhado de alguns sintomas emocionais, como ansiedade, depressão, irritabilidade e distanciamento afetivo.
Além disso, as pessoas com síndrome de burnout se sentem oprimidas e cansadas. Na verdade, muitas vezes elas experimentam sensações intensas de desamparo e desespero desde a hora em que acordam. Em última análise, se este problema não for tratado, vai acabar levando o doente a sofrer de anedonia; ou seja, você perde a capacidade de sentir prazer.

Por que as mães sofrem da Síndrome de Burnout?

Ser mãe é um trabalho em tempo integral, 24 horas por dia, 365 dias por ano. A isto se acrescenta que muitas mulheres também trabalham e realizam a maior parte das tarefas domésticas. Em muitas ocasiões, assim que acabam de limpar a casa e colocar tudo em ordem, descobrem que já está tudo sujo e bagunçado novamente, o que cria um intenso sentimento de frustração e impotência que as faz questionar o sentido e o valor do que elas estão fazendo.
Este problema ganhou ainda mais força nos últimos tempos, como muitas mulheres também sentem a necessidade de ser mães perfeitas, acompanhar os seus filhos nas atividades extracurriculares e, com esse esforço extra, evitar todos os tipos de problemas. Este estilo de parentalidade, chamado de hiperpaternidade, acelera ainda mais o processo de exaustão e aumenta o estresse. Na verdade, tudo leva a crer que as mães superprotetoras correm maior risco de desenvolver distúrbios emocionais, como depressão.
Além disso, a síndrome de burnout se alimenta da sensação de falta de controle compartilhada por muitas mães. Elas gostariam de proteger seus filhos, mas se percebem muitas vezes inseridas em situações de impotência. Essa sensação de incerteza e imprevisibilidade acaba sendo muito desgastante a partir do ponto de vista emocional.

Como evitar este problema?

– Aprenda a priorizar as tarefas realmente importantes. Se no final do dia não tiver feito tudo o que você tinha planejado em sua agenda, não se preocupe. Não há necessidade de ser uma super mãe.
– Reserve algumas horas apenas para você. Com crianças, é difícil encontrar tempo para você, mas se não se esforçar, será sempre relegada à segundo plano em sua própria vida. Portanto, não se esqueça de reservar algumas horas para relaxar. Você pode se dedicar ao que você mais deseja, como assistir a um bom filme, ler, comer com os amigos ou tomar um banho relaxante.
– Peça ajuda. Não há nada errado em se apoiar nas pessoas mais próximas, como seu parceiro, pais ou amigos. Na verdade, se você espalhar as tarefas domésticas mais equitativamente terá mais tempo para si mesma, você vai estar mais relaxada e vai melhorar o relacionamento com sua família. Você também pode contratar uma babá ou uma empregada para lhe dar uma mão.
– Você precisa adotar um estilo de vida mais saudável. O estresse não é apenas um problema emocional, mas também é determinado pelo seu estilo de vida. Uma dieta saudável, prática de atividade física e o aprendizado de técnicas de relaxamento irá ajudá-la a evitar o stress.
Texto originalmente publicado no site Etapa Infantil, traduzido e adaptado pela equipe da Revista Pazes.
Créditos da foto de capa  Domaskina/ via Shutterstock